Um olhar sobre o mundo Português

ptenfrdees

h facebook h twitter h pinterest

Cinema indie em Loulé

Escrito por  Rita Pina fts direitos reservados

Mercado Municipal de Loulé recebe cinema, no âmbito do festival Med, entre os dias 25 e 26 de Junho. 

Um dos principais símbolos da cidade de Loulé, o Mercado Municipal, recebe este ano o Ciclo de Cinema MED que, nos dias que antecedem o Festival, leva a sétima arte dos vários cantos do mundo a este edifício emblemático que é também um espaço de comércio no dia a dia. A parceria do Loulé Film Office com o prestigiado IndieLisboa, o Festival Internacional Independente de Lisboa é uma das novidades deste ciclo.Através desta cooperação, o Cinema MED irá apresentar películas que já passaram pelo IndieLisboa, evento que é já uma referência na indústria cinematográfica.

No arranque da programação, segunda-feira, dia 25, pelas 21h00, serão apresentadas seis curtas-metragens premiadas entre elas, Solar Walk que venceu o grande prémio de curta-metragem, de Réka Bucsi, trata-se de uma viagem entre o microcosmos individual e o todo da galáxia.
Rabbit’s Blood, que ganhou o prémio turismo de Macau para melhor animação, de Sarina Nihei, uma narcotizada versão da Alice no País das Maravilhas com sociedades secretas, punhais voadores e futurologia.
Matria, que também foi premiado pelo Turismo de Macau cm melhor Ficção, de Álvaro Gago, aborda o retrato de uma mulher imparável, Ramona, que entre todas as dificuldades consegue encontrar tempo para a sua neta,
Waste N0.5 The Raft of the Medusa, vencedor do Prémio Amnistia Internacional, em que o realizador parte do famoso quadro do subtítulo para refletir sobre os barcos dos refugiados que são expostos em espaço museológico.
Tremors, com o Prémio Escolas de Dawid Bodzak, é um conto atmosférico que retrata uma adolescência polaca sobre skates, em particular um rapaz afligido por tremores, onde o facto e a representação se confundem.
Stay Ups recebeu o prémio do público curta-metragem, de Joanna Rytel, uma reflexão sobre a dificuldade de se ser mãe solteira com uma vida sexual saudável. A realizadora, de meia-idade, tem um visitante noturno, mas antes que ele chegue há que ensinar o filho a ficar muito bem escondido atrás do sofá.

Já na terça-feira, dia 26, é apresentado o filme Baronesa, de Juliana Antunes, a longa-metragem vencedora do grande prémio e prémio especial do júri da competição internacional. Este documentário oferece um olhar raro sobre a favela do ponto de vista feminino. Um filme de mulheres, sobre mulheres que vivem em bairros com nome de mulher, Leidiane e Andreia vivem em “Juliana” mas a última quer mudar-se para a “Baronesa”. Segundo a realizadora “É a mulher olhando para a mulher sem as tintas da delicadeza, do sentimental e toda aquela moldura edulcorada da tal e tradicional feminilidade”. A obra de estreia da Juliana Antunes foi galardoada em diversos festivais e considerada a melhor primeira obra de 2017 por um conjunto de 135 programadores, críticos e cineastas de todo o mundo.

A entrada é livre.
No encerramento deste Cinema MED 2018, decorre, no dia 27 de junho, das 17h00 às 21h00, no Convento Espírito Santo, um workshop de argumento com Vera Casaca. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do email formacao.film@cm-loule.pt até ao dia 26 de junho.

Toda a informação em www.festivalmed.pt

Deixe um comentário

Certifique-se que coloca as informações (*) requerido onde indicado. Código HTML não é permitido.

FaLang translation system by Faboba

Podcast

Eventos


loading...